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Piercing no mamilo atrapalha a amamentação?
Mamilos perfurados, diferente do que muitos acreditam não podem espirrar leite na direção errada ou ter uma saída menor de leite do que mamilos comuns, tem o mesmo funcionamento para a amamentação pois cada mamilo possui de 15 a 20 poros minúsculos para saída de leite que permanecem saudáveis com a perfuração.
As mais preocupadas podem trocar a jóia por uma peça mais simples de remover (como mini barras retas) e remover o piercing antes da mamada do bebê e recolocar a jóia logo após. Isso é uma boa medida a ser adotada também com bebês que tenham o hábito de sugar o mamilo com muita força durante a amamentação. Outra opção que a mãe tem é retirar o piercing do mamilo e somente recolocá-lo quando terminar aleitamento materno, o que pode ser um pouco trabalhoso já que a perfuração pode tanto se tornar menor como fechar por completo.
Para quem quer colocar um piercing no mamilo durante a gravidez
Infelizmente não é recomendável que se coloque um piercing no mamilo durante a gravidez. O piercing pode ser mantido após a gravidez e durante o aleitamento materno mas colocá-lo durante a gestação traz riscos de infecções ou de prejudicar os dutos de leite caso a cicatrização demore (o piercing de mamilo tem uma das cicatrizações mais demoradas de todas as perfurações).
Então se você já tem um piercing no mamilo saiba que pode mantê-lo durante o aleitamento materno sem problemas, mas se você não tem ainda terá que esperar até passar o periodo da amamentação para colocar este piercing.
Texto baseado em artigo no www.pregnancy.org “
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Sedução e auto estima
O que é sedução senão mostrar suas qualidades a fim de encantar a quem se deseja?
A sedução nada mais é que uma argumentação, o sedutor argumenta com o seduzido através de ações e palavras com o objetivo de conquistar.
Sedução é uma questão de postura. equilíbrio entre cuidar da aparência e aprimorar o seu poder de sedução. É por este motivo que eventualmente encontramos pessoas bonitas e que investem em cuidados pessoais mas que não possuem carisma e poder de sedução, e por outro lado existem pessoas que pra os padrões de estética atuais não são bonitas mas que ainda assim são extremamente envolventes e sedutoras.
É óbvio que com isso não estou querendo dizer que você não deve investir em idas ao salão de beleza, quero dizer que tudo isso de nada adianta se não souber expressar sua sedução. Como já diziam nossas avós “… por fora bela viola, por dentro pão bolorento…”.
A boa notícia é que a arte de externalizar a sua sedução pode ser aprendida, e com dedicação e prática você se tornará extremamente sedutora e irá encantar a todos que desejar.
E acredite, você será ainda mais sedutora a medida que for além do básico. Todas aquelas dicas de como falar, que roupa usar, o corte de cabelo ideal, são muito válidos, porém muito superficiais, comuns e praticados por muitas, não a fará única.Vá além!
O que fazer:
- Meditação, isso mesmo meditação, para se centrar e estar em contato com sua essência mais pura e profunda, e assim descobrir quais são suas armas de sedução.
- Desenvolva frases positivas para reprogramar a sua mente. Frases do tipo “Eu me amo!”, “Eu sou linda e maravilhosa!”. Mas se você tem a autoestima muito baixa recomendo que comece devagar com frases do tipo “A cada dia mais e mais meu amor próprio aumenta”, “Me sinto mais bonita a cada dia…”
- Olhe-se mais vezes no espelho. Já fez o exercício de encarar os próprios olhos no espelho? Se não fez, faça, tem um poder incrível de aprofundar seu autoconhecimento e consequentemente ampliar seu poder de sedução.
- Conviva com pessoas que se amam, que tenha a autoestima elevada e que são sedutoras, “diga-me com quem andas e direi quem tu és”.
- Cuide-se! Tenha uma boa alimentação, pratique atividades físicas e frequente o salão de beleza.
O que não fazer:
- Não se compare. Nada de ficar folheando revistas de beleza e ficar invejando o corpinho das famosas, quer saber? Isso só irá detonar a sua autoestima e poder de sedução.
- Nunca aponte seus defeitos para o parceiro. Quer saber? Se você não mostrar é provável que ele nunca repare na celulite e nas estrias.
- Não procure defeitos no espelho, procure as qualidades e as destaque.
Sexo sem medo ou culpa!
Pesquisando como sempre encontrei um texto da maravilhosa Regina Navarro no qual quero compartihar com vocês porque defende bem a idéia que sexo e amor não tem que andar sempre juntos.
É um texto que nos faz pensar e repensar em muitas coisas!
Sandra, uma engenheira de 31 anos, chegou deprimida à sessão de terapia. Há muito tempo busca conhecer um homem com quem pudesse desenvolver uma relação estável e duradoura. O motivo da sua depressão foi mais uma frustração amorosa. “Semana passada fui a uma festa na casa de uma amiga. Lá conheci Paulo, amigo do marido dela. Ficamos juntos a noite toda. Houve abraços e beijos, mas eu me propus a resistir…só que não deu: dormimos num motel. Como ele não me ligou no sábado nem no domingo, fiquei arrasada. Eu tinha jurado pra mim mesma que não ia mais transar sem amor….depois fica esse horrível sentimento de vazio!”
Muitas mulheres, apesar das evidências em contrário, ainda se esforçam para se convencer de que sexo e amor têm que caminhar sempre juntos. Os homens nunca pensaram assim e jamais isso foi cobrado deles. Quando uma mulher diz que não consegue transar com um homem se não houver amor entre eles, na maioria das vezes ela está apenas repetindo o que lhe ensinaram, impossibilitada de perceber os seus próprios desejos. Não há motivo para o sexo não ser ótimo quando praticado por duas pessoas que sentem atração e desejo uma pela outra. No caso de Sandra a frustração e o vazio têm muito mais a ver com uma expectativa não satisfeita do que com o sexo em si. A questão é que, como o sexo não é visto como natural, costuma-se misturar as coisas e se busca algo mais do que prazer: continuidade da relação, namoro ou casamento. Mas isso não é à toa.
Desde que o homem descobriu que participa da procriação, mantém sob controle a sexualidade da mulher. E isso aconteceu há cinco mil anos, quando ele ficou obcecado pela certeza da paternidade, para só deixar a herança para os filhos legítimos. No século XIX chegou-se a criar teorias para sustentar que a mulher não gostava de sexo, que seu único prazer era satisfazer o marido e cuidar dos filhos. É claro que, da década de 1960 para cá, com todo o movimento de liberação sexual, essas idéias caíram por terra. Hoje, todos sabem que homens e mulheres têm a mesma necessidade de sexo, e que a mulher pode ter tanto prazer quanto seu parceiro. Contudo, curiosamente, a maioria das pessoas finge não saber.
Se uma mulher foge ao padrão de comportamento tradicional, ou seja, não esconde que gosta de sexo, é inacreditável, mas ainda corre o risco de ser chamada de “fácil”. As próprias mulheres participam desse coro, ajudando a recriminar as outras, que conseguiram romper a barreira da repressão e exercem livremente sua sexualidade. Não é nenhuma novidade, mais uma vez os próprios oprimidos lutando para manter a opressão. Entretanto, para o homem, fazer sexo com uma mulher no mesmo dia em que a conhece é considerado natural, ele até se valoriza por isso. Há os que se dizem liberais, sem preconceitos, nada moralistas. Será? Para se ter certeza, é só perguntar o que eles acham da mulher que transa no primeiro encontro.
O sexo, quando vivido sem medo ou culpa, pode levar a uma comunicação profunda entre as pessoas. A maioria das mulheres se recusa a fazer sexo no primeiro encontro, mas não por falta de desejo. É a submissão ao homem, ou seja, a crença de que tem que corresponder à expectativa dele. A partir daí inicia-se uma encenação, onde o script é sempre o mesmo: o homem pode fazer sexo, a mulher não. Ele insiste, ela recusa.
O desejo que os dois sentem é igual, mas ele continua insistindo e ela continua dizendo não. Ela acredita que, se ceder, ele vai desvalorizá-la e não vai se dispor a dar uma continuidade à relação. Vai sumir logo depois do orgasmo. E o pior é que há os que somem mesmo. A luta interna entre os antigos e os novos valores não está concluída. Alguns se sentem obrigados a depreciar a mulher, que sentiu tanto desejo quanto eles, e não fingiu. “Ora, ela deveria saber resistir mais bravamente”, pensam. Submissos ao modelo imposto, funcionam como robôs aceitando que valores equivocados determinem com que mulheres devem namorar ou casar.
Afinal, em que encontro a mulher pode fazer sexo com um homem? No segundo, terceiro, sexto? Qual? O grau de intimidade que você sente na relação com uma pessoa não depende do tempo que você a conhece. Além disso, o prazer sexual também independe do amor ou do conhecimento profundo de alguém. Para um sexo ser ótimo basta haver muito desejo e vontade de obter e dar prazer. E uma camisinha no bolso, claro.
Estamos vivendo um momento de transição, em que os antigos padrões de comportamento estão sendo questionados, mas novas formas de pensar e viver ainda causam medo pelo desconhecido. Há os que sofrem por se sentir impotentes para fazer escolhas livres, mas acredito que o fim de muitos tabus a respeito do sexo seja só uma questão de tempo
Texto original: Questões do Amor
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Mulheres se arrumam para outras mulheres?
Esse post continua ….
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