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orgasmo

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Mulheres que têm mais de 200 orgasmos por dia.

getty imagensMuitas mulheres sofrem com a dificuldade de se chegar ao orgasmo, mesmo com todo esforço e empenho do parceiro. Este é o problema mais comum na sexualidade feminina, mas não é o único. Uma síndrome descoberta há poucos anos pela literatura médica provoca um efeito completamente oposto ao da inibição sexual.

A Síndrome de Excitação Sexual Persistente, mundialmente conhecida pela sigla PSAS (do inglês Persistent Sexual Arousal Syndrome) provoca exatamente isso, uma excitação a todo o momento nas mulheres, facilitando o clímax através do orgasmo.

Você pode pensar que isso é um sonho para qualquer mulher, mas a PSAS pode se transformar em um incômodo ao longo da vida. Alguns casos documentados apontaram que as mulheres sofrem ao terem orgasmos incontroláveis nas horas mais impróprias, como numa fila de banco, ou durante um casamento.

Em 2008, a britânica Sarah Carmem, de 24 anos, declarou publicamente sofrer da Síndrome Excitação Sexual Persistente e de chegar ao impressionante número de 200 orgasmos por dia. Mas ela confessou que isso muitas vezes é chato, pois não pode beber ou ir a um lugar que toque música alta. Em entrevista ao jornal News of the World, ela confessou ter tido oito orgasmos _ isso, pasme, durante as perguntas do repórter.

Já americana Joleen Baughman vive uma situação parecida por causa de um acidente automobilístico. Joleen sofreu um acidente em 2007, que acabou ocasionando um ferimento sério na pélvis. Agora, ela se excita praticamente o tempo todo, com tarefas rotineiras, como andar, limpar a casa ou andar de ônibus.

A Síndrome
A doença foi documentada pela primeira vez pela médica americana Sandra Leiblum, em 2001, e recentemente foi caracterizada na literatura médica como uma síndrome específica. A PSAS leva ao aumento do fluxo sanguíneo para os órgãos sexuais causando excitação por grandes períodos, mesmo sem que haja estímulo sexual.

Ainda não existem estudos conclusivos para as causas da síndrome, o mais provável é que cada pessoa tenha um motivo específico, como uma contusão ou inflamação na região pélvica. Além de ser raríssima, a síndrome é, em muitos casos, escondida pelos pacientes que dela sofrem, pois eles se constrangem ao relatar o problema aos médicos.

Muitas confundem a síndrome com a hipersexualidade ou desejo sexual. Mas, se a excitação ocorre em horas e locais inadequados, e ainda , sem motivo que justifique, pode ser um problema físico e que não tenha nada a ver com desejo sexual. A dica para quem se sente incomodada com qualquer tipo de manifestação desse tipo é procurar um médico para que seja avaliada a situação e a possibilidade de se levar uma vida normal, sem constrangimentos.

Fonte: Fabio Santos ( Terra )

SE BROXEI, NÃO SEI QUEM FUI

Acordei com sexo na cabeça. Isso depois dos trinta anos tem outro sabor. Saudades do tempo que buraco em ninho de João de Barro me deixava alerta, mas isso foi há muito tempo atrás.

Com a idade o homem realmente melhora em muitos aspectos. Em outros, porém eu nem te conto! Não, vou te contar uma coisa…

Se você reunir cem homens em um salão e perguntar: quem aqui já broxou? Tenho para mim que uns olharão para os outros, esperando que um primeiro herói, um cara de coragem, levante a mão. Enquanto isso não ocorrer, ninguém se manifesta. E o termo “enquanto” aqui, é coisa de trinta segundos, no máximo.

Eu já falhei companheiros! Vamos para rua com a nossa vergonha, que ela vem da nossa humanidade. Mulher broxa também, só que ninguém vê.

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Estamos num tempo em que temos de prezar pela diferença que reside na igualdade entre os sexos. A igualdade é de Direito minha gente, senão todo homem seria transexual, transgênico ou seja lá que nome politicamente correto tiver o homem de vagina.

Não, somos diferentes. A mulher, quando está estressada, precisa transar para relaxar, o homem, na mesma situação, precisa de banho, travesseiro e cama. Alguns bebem e se sentem o Superman, mas dita a experiência, que eles conseguirão uma ressaca, e não um pinto de aço.

Me recordo de várias broxadas homéricas. Algumas repentinas do tipo, infarto de pênis, outras previamente estabelecidas que acontecem quando o pinto vem a luz natimorto. Mas seja lá como for, se perguntarem: quem de vós, dos mesmos cem amigos num salão, é sexy machine, todo mundo levanta a mão! Disso a rapaziada não tem vergonha: mentir. É que faz parte do charme cafajeste do homem que finge ter autoestima. Homem com amor próprio nunca broxou, mas mente legal.

Falando em broxada, aconteceu num final de expediente. Tudo combinado. Seria a foda do século! Naquele dia eu havia feito oito audiências, todas versando sobre interesses sérios de meus clientes, tinha perdido um contrato de trabalho, choveu e um ônibus passou numa poça, dando-me um banho de água empoçada. Um dia daqueles que é melhor dar um “skip” e pular para a noite. Melhor, pular para a cama da fêmea no cio. Fico imaginando as horas no salão de beleza, fazendo unhas do tipo francesinha – que é a pintura que acho mais sexy – charmosa, horas esticando o cabelo, cremes pra pele etc. Tudo isso para esperar o Tigrão (não que eu me sinta assim, mas descobri que é o apelido politicamente correto do tiozinho, que é meu caso). Só que o Tigrão chegou feito um gato recém-escaldado ao encontro e foi um desastre! Nem guindaste levantava o parceirinho. Ah, mas não me faço de rogado, pois como diz o velho homem “enquanto eu tiver língua e dedo…” Se broxei, não sei quem fui.

O problema está posto meus caros, agora que venham as soluções. Uma solução bacana. Amigos, não façam suas mulheres se sentirem indesejadas. Mesmo que elas não confessem e venham com aquele “isso acontece”, que significa talvez um ar de piedade e compaixão, no fundo, dependendo da profundidade de cada biotipo feminino, elas se sentem pouco atraentes ou o que nos humilha, sentem pena. Pena, amigos!! Uma amiga me disse que sente isso nessas ocasiões.

Enfim, sempre fica uma nuvenzinha sobre a relação. A densidade é que varia, mas sempre vai existir o  “ele não me deseja mais”, “estou gorda” ou até mesmo “será que não me lavei direito”.

Vamos poupá-las disso, queridos amigos. Uma dor de cabeça é sempre conveniente. Daí a gente explica dando uma de bobocas e com aquela frase infantil “amor, o meu brinquedo é de armar, o seu é de encaixar”. E ainda assim, ela vai continuar pensando que pode haver algo de errado com ela. Então amigo, tome a novalgina mesmo sem precisar, chá de boldo e peça uma massagenzinha. Olha, é sério, com a massagenzinha você pode dormir ou acabar transando gostoso com sua parceira.


Milan Jenko 36 anos,advogado,ariano, flamenguista,cinéfilo, leitor inveterado, adorador do feminino. Amo sushi.

Perfil no twitter @MilanJenko